No dia a dia, é muito comum notar pessoas ou meios de comunicação utilizando a palavra remédio como sinônimo de medicamento. No entanto, elas não significam a mesma coisa.
A ideia de remédio está associada a todo e qualquer tipo de cuidado utilizado para curar ou aliviar doenças, sintomas, desconforto e mal-estar.
Alguns exemplos de remédio são: banho quente ou massagem para diminuir as tensões; chazinho caseiro e repouso em caso de resfriado; hábitos alimentares saudáveis e prática de atividades físicas para evitar o desenvolvimento de doenças crônicas nãotransmissíveis; medicamentos para curar doenças, entre outros.
Já os medicamentos são substâncias ou preparações elaboradas em farmácias (medicamentos manipulados) ou indústrias (medicamentos industriais), que devem seguir determinações legais de segurança, eficácia e qualidade.
Assim, um preparado caseiro com plantas medicinais pode ser um remédio, mas ainda não é um medicamento; para isso, deve atender uma série de exigências do Ministério da Saúde, visando garantir a segurança dos consumidores.
“Todo medicamento é um remédio, mas nem todo remédio é um medicamento.”
Referência:
BRASIL. O que devemos saber sobre medicamentos?. Cartilha da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). São Paulo: 2010, 104p.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/19973/qual-a-diferenca-entre-remedio-e-medicamento#ixzz3pEkqJKmh
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Sam Harris: A ciência pode responder questões morais
Texto retirado da palestra de Sam Harris na TED
Vou falar hoje sobre a relação entre ciência e valores humanos. É geralmente aceito que questões morais, questões sobre o bem e o mal e o certo e o errado, são questões sobre as quais a ciência oficialmente não possui opinião. Pensamos que a ciência pode nos ajudar a conseguir o que valorizamos, mas não pode nos dizer o que devemos valorizar. E, por consequência, a maioria das pessoas acha que a ciência nunca vai responder as questões mais importantes na vida humana,questões como, "Pelo que vale a pena viver?" "Pelo que vale a pena morrer?" "O que constitui uma vida boa?"
Leis da Robótica - Isaac Asimov
As Três Leis da Robótica são em verdade três princípios idealizados pelo escritor Isaac Asimov a fim de permitir o controle e limitar os comportamentos dos robôs que este trazia à existência em seus livros de ficção científica.
Primeira Lei da Robótica: Um robô não pode causar mal, ou por negligência, permitir que o mal aconteça a um ser humano.
Segunda Lei da Robótica: Um robô deve obedecer a um ser humano, a não ser que a ordem dada contrarie a Primeira Lei.
Terceira Lei da Robótica: Um robô deve preservar a sua existência, a menos que isso contrarie a Primeira e a Segunda Leis.
As Três Leis da Robótica são essenciais em um mundo onde robôs inteligentes, capazes de tomar suas próprias decisões e até mesmo de evoluir, convivam harmoniosamente com seres humanos. Posteriormente, uma nova lei da robótica, de maior prioridade que as três leis originais, foi criada em um livro onde os robôs assumem a responsabilidade de governar os seres humanos:
Lei Zero: Um robô não pode causar mal, ou por negligência, permitir que o mal aconteça à humanidade.
fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_da_Rob%C3%B3tica
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Dica de Leitura: Ensaio sobre a cegueria - José Saramago
O livro Ensaio sobre a Cegueira, do autor português José Saramago. A obra é de 1995, mas seu texto é muito atual. O tipo de escrita de Saramago é um pouco confusa no começo da leitura (para aqueles que nunca leram o autor), mas rapidamente você se adapta ao estilo rápido, dinâmico, com poucas pausas torando a leitura muito fluida.
terça-feira, 24 de março de 2015
GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
O tecnólogo de Gestão da Tecnologia da Informação é o profissional responsável pela implementação e pelo gerenciamento dos sistemas informatizados nas empresas. Ele avalia os sistemas de informação, segurança e banco de dados, implementa sistemas de automação no gerenciamento da informação e determina estratégias de utilização da informática para garantir o melhor desempenho de cada um dos setores da companhia. Também diagnostica disfunções do sistema, soluciona problemas de rede e escolhe os projetos de informática que devem ser adotados na empresa.
O aquecido mercado de TI
Entre 2009 e 2012, 16% das cerca de 350 mil vagas abertas eram para profissionais de nível superior da área de tecnologia da informação, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). E a demanda deve crescer. Um estudo publicado em 2013 mostra que, até 2015, o país terá um déficit de mais de 117 mil profissionais dessa área.
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