segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

O Valor de um Momento

Para entender o valor de um ano
pergunte ao estudante que foi reprovado.

Para entender o valor de um mês
pergunte a uma mãe que teve um bebê prematuro.

Para entender o valor de uma semana
pergunte ao editor de um jornal semanal.

Para entender o valor de uma hora,
pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.

Para entender o valor de um minuto,
pergunte a uma pessoa que tenha perdido o trem.

Para entender o valor de um segundo,
pergunte a uma pessoa que acabou de escapar de um acidente.

Para entender o valor de um milissegundo,
pergunte a uma pessoa que ganhou a medalha de ouro nos jogos olímpicos.

Aproveite cada momento que tiver!

O ontem é história. O amanhã é um mistério.
O Hoje é um presente.
Por isto se chama presente!!!

Autor desconhecido

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Isaac Asimov - A Última Pergunta


A Última Pergunta é um conto de ficção científica de Isaac Asimov. Sua primeira publicação foi em novembro de 1956 e, a partir de então, teve diversas aparições em compilações, como Nove Amanhãs (1959), O Melhor de Isaac Asimov (1973) e Sonhos de Robô, assim como na retrospectiva Opus 100 (1969). É uma parte desconexa de uma série de contos sobre o computador ficcional chamado Multivac.

A Última Pergunta é um dos mais aclamados contos do popular autor de ficção científica Isaac Asimov. Foi escolhido por ele próprio como o mais ambicioso e o preferido de sua autoria.

A pergunta é feita pela primeira vez por um engenheiro embriagado a Multivac, um super computador com milhas de comprimento que havia acabado de desenvolver um método para suprir a humanidade de energia por incontáveis anos. A dúvida toma corpo pois, apesar do extenso período de abastecimento garantido, o universo há de ter um fim e, com ele, as fontes de energia. Faz-se então a pergunta: como salvar a humanidade, ou seja, "como reverter a entropia?" (ver 2ª Lei da Termodinâmica).

O conto segue uma estrutura linear, mas que utiliza saltos de até bilhões de anos na história da humanidade, mostrando como em cada época a pergunta foi repetida a Multivac, e, invariavelmente, recebendo a mesma resposta: "Dados insuficientes para uma resposta significativa". Este ciclo prossegue até o clímax do livro, um misto de religião, filosofia e ciência.

Boa Leitura!

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Conselhos de Polônio a Laertes em Hamlet de Shakespeare

" Poucas vezes leremos algo tão sábio, tão lúdico e verdadeiro em tão poucas palavras. "

Ser fiel a ti mesmo, e jamais serás falso com ninguém.


* * *


Laertes encerra sua despedida da irmã Ofélia...

LAERTES: Não se preocupe comigo.
Mas já me demorei muito. E aí vem meu pai, (Entra Polônio.)
Uma dupla bênção é uma dupla graça.
Feliz por despedir-me duas vezes.

POLÔNIO: Ainda aqui, Laertes! Já devia estar no navio, que diabo!
O vento já sopra na proa de teu barco;
Só esperam por ti. Vai, com a minha bênção, vai!
(Põe a mão na cabeça de Laertes.)

E trata de guardar estes poucos preceitos:
Não dá voz ao que pensares, nem transforma em ação um pensamento tolo.
( Não expressar tudo o que se pensa.)

Sejas amistoso, sim, jamais vulgar.

Os amigos que tenhas, já postos à prova,
Prende-os na tua alma com grampos de aço;
Mas não caleja a mão festejando qualquer galinho implume Mal saído do ovo
( Valorizar amigos testados, mas não oferecer amizade a cada um que aparecer a sua frente )

Procura não entrar em nenhuma briga;
Mas, entrando, encurrala o medo no inimigo.
( Evitar qualquer briga, mas se for obrigado a entrar numa, que seus inimigos o temam.)

Presta ouvido a muitos, tua voz a poucos.Acolhe a opinião de todos – mas você decide.
( Ouvir a todos, mas falar com poucos. )

Usa roupas tão caras quanto tua bolsa permitir,
Mas nada de extravagâncias – ricas, mas não pomposas.
O hábito revela o homem,
E, na França, as pessoas de poder ou posição
Se mostram distintas e generosas pelas roupas que vestem.
( Usar roupas de acordo com sua renda, sem nunca ser extravagante.)

Não empreste nem peça emprestado:
Quem empresta perde o amigo e o dinheiro;
Quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia.
( Não emprestar dinheiro a amigos, para não perder amigos e dinheiro.)

E, sobretudo, isto: sê fiel a ti mesmo.
Jamais serás falso pra ninguém
( Ser fiel a ti mesmo, e jamais serás falso com ninguém.)
Adeus. Que minha bênção faça estes conselhos frutificarem em ti.

LAERTES: Com toda a humildade, eu me despeço, pai.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Todo medicamento é um remédio, mas nem todo remédio é um medicamento


No dia a dia, é muito comum notar pessoas ou meios de comunicação utilizando a palavra remédio como sinônimo de medicamento. No entanto, elas não significam a mesma coisa.

A ideia de remédio está associada a todo e qualquer tipo de cuidado utilizado para curar ou aliviar doenças, sintomas, desconforto e mal-estar.

Alguns exemplos de remédio são: banho quente ou massagem para diminuir as tensões; chazinho caseiro e repouso em caso de resfriado; hábitos alimentares saudáveis e prática de atividades físicas para evitar o desenvolvimento de doenças crônicas nãotransmissíveis; medicamentos para curar doenças, entre outros.

Já os medicamentos são substâncias ou preparações elaboradas em farmácias (medicamentos manipulados) ou indústrias (medicamentos industriais), que devem seguir determinações legais de segurança, eficácia e qualidade.

Assim, um preparado caseiro com plantas medicinais pode ser um remédio, mas ainda não é um medicamento; para isso, deve atender uma série de exigências do Ministério da Saúde, visando garantir a segurança dos consumidores.

“Todo medicamento é um remédio, mas nem todo remédio é um medicamento.”


Referência: 
BRASIL. O que devemos saber sobre medicamentos?. Cartilha da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). São Paulo: 2010, 104p.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/19973/qual-a-diferenca-entre-remedio-e-medicamento#ixzz3pEkqJKmh

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Sam Harris: A ciência pode responder questões morais

Texto retirado da palestra de Sam Harris na TED


Vou falar hoje sobre a relação entre ciência e valores humanos. É geralmente aceito que questões morais, questões sobre o bem e o mal e o certo e o errado, são questões sobre as quais a ciência oficialmente não possui opinião. Pensamos que a ciência pode nos ajudar a conseguir o que valorizamos, mas não pode nos dizer o que devemos valorizar. E, por consequência, a maioria das pessoas acha que a ciência nunca vai responder as questões mais importantes na vida humana,questões como, "Pelo que vale a pena viver?" "Pelo que vale a pena morrer?" "O que constitui uma vida boa?"

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